Prostituion is Not Just Another Job

“Cada mulher, nas suas próprias palavras, explicou que o tempo que tinha passado como mulher na prostituição tinha sido doloroso, abusivo, e que tinha deixado feridas profundas que se abrem com facilidade. Para a maioria destas mulheres, um historial de abuso sexual, violência doméstica e traumas de infância tinham servido como plataforma de lançamento.”

Women, Migration and Prostitution in Europe: Not a Sex Work Story

“Na indústria do sexo, portanto, não é invulgar encontrar mulheres migrantes na Europa. Enquanto algumas são identificadas como vítimas de tráfico ou exploração sexual, a maior parte não o é. Dentro e fora das ruas – em clubes de strip, saunas, casas de massagens, hotéis, e apartamentos privados – existem mulheres migrantes que não correspondem … Ler mais

Prostituição legalmente assistida?

“O PS anda avidamente à procura dos eventuais “temas fraturantes” que o Bloco ainda não tenha capitalizado, e coloca assim em cima da mesa a temática da prostituição. Querem nos fazer crer que se trata da regulamentação de um serviço. Fruto de uma escolha livre de mulheres, fazendo um apagão monumental sobre a realidade vivida … Ler mais

Um trabalho para as filhas dos outros

“Quando se fala na legalização da prostituição como se de um qualquer outro trabalho se tratasse (o ‘trabalho sexual’), ninguém certamente pensa nas suas filhas, pensa sempre nas filhas dos outros.”

No harm done? “Sexual districts” make the city a more threatening place for women

“Bairros onde há bordéis, peep shows, clubes de strip e sex shops, designados por “distritos de entretenimento sexual” têm-se tornado um lugar comum nas cidades neoliberais. Uma análise mais aprofundada destas áreas, que estão concentradas nos centros de negócios de cidades mais antigas e nos subúrbios das mais novas, revela como desigualdades de género enraizadas … Ler mais

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Prostituição ou trabalho sexual?

«Quem conhece a realidade da prostituição sabe que não há uma prostituição “benigna”, que ela é, intrinsecamente, “maligna”. Ou já alguém conheceu uma mulher que lhe dissesse que queria ser prostituta?»

Quanto é que levas? Prostitutas das nove às cinco

“Sou mulher. Sou feminista. Defendo a liberdade de cada um fazer o que quer da sua vida. Defendo que no meu corpo mando eu. Luto todos os dias pela igualdade de género. E sou contra a legalização da prostituição. Não aceito que, por ser mulher, um homem assuma que eu existo para lhe satisfazer as … Ler mais