Artigos externos

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A socialist perspective on the sex industry and prostitution

“A União Internacional de Trabalhadores do Sexo (IUSW), que é afiliada à GMB na Grã-Bretanha, tem um proeminente “ativista do trabalho sexual” como porta-voz, Douglas Fox, que é realmente um chefe que administra uma empresa de escolta no Reino Unido. A participação da IUSW está aberta a qualquer pessoa, incluindo proxenetas, acadêmicos e compradores de sexo. Apenas uma minoria de sua pequena filiação são, na verdade, mulheres na prostituição.” (Consulte a tradução em português.)

Abolishing prostitution: A Feminist Human Rights Treaty

“No outono de 1991, propus a Convenção Contra a Exploração Sexual para o Grupo de Trabalho da Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas sobre Escravidão. Além de prender, encarcerar e multar os compradores, esse tratado exigiria que o Estado oferecesse às mulheres programas e treinamentos de saúde e emprego, cuja ausência envia tantas mulheres para as ruas, bordéis e imigrantes para o trabalho. Isso exigiria que os Estados impedissem a exploração sexual das mulheres durante a guerra e assegurassem a segurança das mulheres migrantes.” (Consulte a tradução para português.)

Discriminalização da prostituição: contra a favor? Temos tod@s alguma razão!

“Não gosto daquela frase batida sobre a prostituição ser a profissão mais velha, ou de que sempre haverá prostituição. Não sei se sempre haverá, e não sei se o mundo ideal deveria incluí-la ou excluí-la. O que tenho vindo a concluir – sem partir de uma opinião moralizante sobre a prostituição – é que o principal problema da prostituição é mesmo a desigualdade de género. A forma diferente como a prostituição é vivida por homens e mulheres, e, no fundo, a grande diferença entre os clientes homens e os clientes mulheres.”

No harm done? “Sexual districts” make the city a more threatening place for women

“Bairros onde há bordéis, peep shows, clubes de strip e sex shops, designados por “distritos de entretenimento sexual” têm-se tornado um lugar comum nas cidades neoliberais. Uma análise mais aprofundada destas áreas, que estão concentradas nos centros de negócios de cidades mais antigas e nos subúrbios das mais novas, revela como desigualdades de género enraizadas se materializam nos espaços urbanos.”

Prostituição legalmente assistida?

“O PS anda avidamente à procura dos eventuais “temas fraturantes” que o Bloco ainda não tenha capitalizado, e coloca assim em cima da mesa a temática da prostituição. Querem nos fazer crer que se trata da regulamentação de um serviço. Fruto de uma escolha livre de mulheres, fazendo um apagão monumental sobre a realidade vivida pelas mulheres traficadas para este negócio lucrativo para os proxenetas. Mas não nos equivoquemos: não é um serviço. É a regulamentação do corpo da mulher como produto.”

Prostituição ou trabalho sexual?

«Quem conhece a realidade da prostituição sabe que não há uma prostituição “benigna”, que ela é, intrinsecamente, “maligna”. Ou já alguém conheceu uma mulher que lhe dissesse que queria ser prostituta?»

Prostituion is Not Just Another Job

“Cada mulher, nas suas próprias palavras, explicou que o tempo que tinha passado como mulher na prostituição tinha sido doloroso, abusivo, e que tinha deixado feridas profundas que se abrem com facilidade. Para a maioria destas mulheres, um historial de abuso sexual, violência doméstica e traumas de infância tinham servido como plataforma de lançamento.”

Prostitution and Its Impact on Youth: Violence, Domination and Inequality

“Enquanto os debates sobre a prostituição costumam focar-se nas diferentes abordagens legislativas ou as chamadas escolhas de pessoas na prostituição, este artigo pretende assinalar um aspecto invisível do sistema da prostituição: o seu impacto na juventude. Através de investigação, dados e factos, queremos mostrar que é urgente ouvirem-se as vozes de jovens mulheres, pois são igualmente afectadas por uma indústria baseada na violência, dominação e desigualdade.”

Quanto é que levas? Prostitutas das nove às cinco

“Sou mulher. Sou feminista. Defendo a liberdade de cada um fazer o que quer da sua vida. Defendo que no meu corpo mando eu. Luto todos os dias pela igualdade de género. E sou contra a legalização da prostituição. Não aceito que, por ser mulher, um homem assuma que eu existo para lhe satisfazer as necessidades sexuais e me pergunte: «quanto é que levas?»

Um trabalho para as filhas dos outros

“Quando se fala na legalização da prostituição como se de um qualquer outro trabalho se tratasse (o ‘trabalho sexual’), ninguém certamente pensa nas suas filhas, pensa sempre nas filhas dos outros.”

Women, Migration and Prostitution in Europe: Not a Sex Work Story

“Na indústria do sexo, portanto, não é invulgar encontrar mulheres migrantes na Europa. Enquanto algumas são identificadas como vítimas de tráfico ou exploração sexual, a maior parte não o é. Dentro e fora das ruas – em clubes de strip, saunas, casas de massagens, hotéis, e apartamentos privados – existem mulheres migrantes que não correspondem aos critérios oficiais de tráfico e que não têm direito a qualquer tipo de apoio.”