Mito 2: “É um trabalho como outro qualquer.”

Conhece algum outro trabalho onde as pessoas enfrentem uma mortalidade 10 a 40 vezes acima da média? Onde 60 a 80 por cento das «trabalhadoras» sejam sujeitas a abusos físicos e sexuais regularmente?

Se isto é um trabalho como outro qualquer, porque é que tão poucas mulheres da Europa Ocidental aproveitam a oportunidade? Porque é que a esmagadora maioria das mulheres no sistema da prostituição são migrantes? Significa isto que este chamado «trabalho» é só para as mulheres estrangeiras?

E por uma questão de igualdade de género, devemos realizar campanhas para promover este «trabalho» para os homens?

Existem sindicatos na Europa que não consideram a prostituição como um trabalho já que é incompatível com a segurança e a dignidade, bem como com a progressão na «carreira», associada a uma profissão.

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