Mito 15: “Com a adopção do modelo sueco, as pessoas que estão na prostituição enfrentam mais violência e a prostituição torna-se clandestina.”

Se os compradores podem encontrar-se e reunir-se com as mulheres na prostituição, então também a polícia e assistentes sociais o podem fazer!

Por criminalizar os compradores de sexo, o modelo sueco altera a relação entre as mulheres e os compradores: os compradores são os criminosos.

As mulheres na prostituição, que estiveram na Alemanha antes de irem para a Suécia, disseram à unidade da polícia de prostituição de Estocolmo que há muito mais violência em bordéis legais, já que os compradores de sexo têm o direito de fazer o que querem, porque são os «clientes».

Assistentes sociais na Suécia constatam que as pessoas na prostituição se sentem mais confiantes para obter assistência. Ao contrário, nos países onde os bordéis são legais (como na Austrália ou na Alemanha), prestadores de serviços e oficiais de justiça afirmam que há acesso limitado às mulheres.

Legalizar a prostituição não mudará a realidade: a prostituição é uma forma de violência. Sessenta e oito por cento das mulheres na prostituição apresentam sintomas de stress pós-traumático, como as vítimas de tortura ou veteranos de guerra.

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